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Peixes



Badejo - Carapau - Peixe Espada
Corvina - Prejereba - Robalo - Tainha

Badejo Subir

BADEJO

Nome Popular
Badejo/Grouper

Nome Científico
Mycteroperca spp.

Família
Serranidae

Distribuição Geográfica
Regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul (do Amapá ao Rio Grande do Sul).

Descrição
Existem no Brasil 6 espécies de badejo (Família Serranidae), além de 3 de peixes sabão/badejo sabão (Família Grammistidae). São peixes de escamas; coloração escura (marrom ou cinza, dependendo da espécie), com manchas cujo padrão e coloração também varia com a espécie. A espécie mais comum é o badejo-mira (badejo-saltão badejete) Mycteroperca acutirostris que apresenta manchas claras e irregulares no corpo. O badejo-quadrado Mycteroperca bonaci é bem característico por apresentar grandes manchas retangulares escuras no dorso e nos flancos; alcança em torno de 1,5m de comprimento total e 100kg. O badejo-mira é menor, podendo alcançar 80 cm de comprimento total e 10kg.

Ecologia
Os badejos são peixes típicos dos costões rochosos e recifes de corais, mas também podem ser encontrados em estuários, em locais onde existem tocas. Nunca são encontrados em águas com baixa salinidade. Vivem sozinhos quando maiores ou em pequenos grupos de 5 a 10 indivíduos. São peixes carnívoros, que se alimentam de peixes, moluscos, crustáceos e equinodermos. São muito apreciados pelos pescadores esportivos e pelos comerciais.

Equipamentos
Equipamentos do tipo médio/pesado a pesado. As linhas devem ser de 17 a 50 lb. e altamente resistentes à abrasão, para evitar que se rompam ao atrito com as pedras. Recomenda-se o uso de linhas Kevlar (multifilamento). No caso de se usar monofilamento, é indispensável um líder com linha mais grossa. Os anzóis devem ser resistentes: nº 5/0 a 10/0.O uso de empates de aço é opcional.

Iscas
Iscas naturais, camarões vivos, peixes inteiros ou em filés (sardinhas, bonito etc.). As iscas artificiais, como jigs, plugs de meia água, shads, grubs e camarões artificiais devem ser trabalhados junto ao fundo. As cores verde e amarelo fortes são as preferidas.

Dicas
É muito difícil capturar exemplares de grande porte, como o badejo-quadrado, ainda muito comum no Nordeste, por causa da força e pelo fato do peixe se entocar logo que é fisgado. O badejo-mira é mais fácil de ser capturado. Os equipamentos de ação rápida e varas mais duras diminuem as chances do peixe se entocar. Logo que fisgar um badejo, não o deixe tomar linha, puxando-o para longe da toca.

Recorde
56,24 kg/124 lb 0 oz para o badejo quadrado Mycteroperca bonaci
5,25 kg/ 11 lb e 9 oz para o badejo mira Mycteroperca acutirostris

 

Conheça Caraguá

Carapau Subir

CARAPAU

Nome Popular
Carapau, Xarelete, Xerelete/Blue Runner

Nome Científico
Caranx crysos

Família
Carangidae

Distribuição Geográfica
Regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul (do Amapá ao Rio Grande do Sul).

Descrição
Peixe de escamas; corpo alongado e comprimido; perfil superior da cabeça arredondado. A coloração do dorso varia do azul esverdeado ao cinza e os flancos e ventre são prateados ou dourados; apresenta uma mancha preta na parte superior do opérculo. Alcança 70cm de comprimento total e 5kg.

Ecologia
Espécie costeira; vive em baías, costões e nas proximidades das ilhas. Os cardumes ocorrem desde a superfície até próximo ao fundo. Os adultos alimentam-se de peixes, lulas, crustáceos e outros invertebrados, inclusive bentônicos. Espécie comum nos mercados, a carne é boa se for sangrado logo após a captura. Na pesca amadora, oferece alguma resistência quando o material é leve. É uma excelente isca para a pesca esportiva oceânica.

Equipamentos
O material deve ser leve, as linhas de 8 a 20 lb. e os anzóis até o n° 1/0.

Iscas
Iscas naturais, como pedaços de peixes, camarão, moluscos; e, iscas artificiais, como plugs de superfície e meia água e jigs.

Recorde
5.05 kg/ 11 lb 2 oz

 




 

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Peixe-Espada Subir

PEIXE-ESPADA

Nome Popular
Peixe-espada/Cutlassfish atlantic

Nome Científico
Trichiurus lepturus

Família
Trichiuridae

Distribuição Geográfica
Regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul (do Amapá ao Rio Grande do Sul).

Descrição
Possui o corpo muito comprido e comprimido; boca grande e pontuda com dentes caninos; olhos grandes; nadadeira dorsal muito longa; nadadeiras pélvicas e caudal ausentes; nadadeira anal formada por uma série de espinhos bem separados. Linha lateral bem abaixo da região mediana do corpo. A coloração é uniforme, prateada com reflexos azulados. Alcança 1,5m de comprimento total e 4kg.

Ecologia
Espécie costeira, encontrada em cardumes em águas costeiras com fundo de areia ou lama, que entra freqüentemente em estuários Alimenta-se principalmente de pequenos peixes. Os adultos se alimentam próximo à superfície durante o dia e migram para o fundo e para as regiões costeiras a noite. Já os juvenis e pequenos adultos formam cardumes a mais de 100m de profundidade durante o dia e sobem à superfície a noite para se alimentar. Peixe bastante esportivo. O valor comercial é baixo, embora a carne seja de boa qualidade e comum nos mercados.

Equipamentos
Equipamento médio, linhas de 10 a 20 lb., anzóis até o n° 5/0 e bóia luminosa nas pescarias noturnas.

Iscas
Iscas naturais, como pedaços de peixes, camarões e outros crustáceos, moluscos, e iscas artificiais, como plugs de meia água e jigs. Dependendo da situação, use empate de aço.

Dicas
Deve-se tomar cuidado ao manusear este peixe, pois a mordida pode causar sérios danos.

Recorde
3.68 kg/ 8 lb 1 oz

 



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Corvina Subir

CORVINA

Nome Popular
Corvina/Croaker Whitemouth

Nome Científico
Micropogonias furnieri

Família
Sciaenidae

Distribuição Geográfica
Regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul (do Amapá ao Rio Grande do Sul). Principalmente nas regiões Sudeste e Sul.

Descrição
Peixe de escamas; corpo alto, ligeiramente comprimido, com o ventre achatado; boca voltada para baixo; pré-opérculo fortemente serrilhado. A coloração é prata claro com reflexos arroxeados; pode apresentar listras longitudinais pretas ao longo do corpo, especialmente nos indivíduos jovens. Possui alguns pares de pequenos barbilhões na mandíbula. Alcança cerca de 80cm de comprimento total e 6kg.

Ecologia
Espécie costeira; vive nos fundos arenosos ou barrentos, de preferência em profundidades até 100m. Os jovens e alguns adultos freqüentam os manguezais e estuários, onde se alimentam principalmente de crustáceos, não desprezando os peixes pequenos, caranguejos, siris e mariscos. Também pode entrar na água doce. Forma cardumes pequenos. É uma espécie comercial muito importante e apreciada pelos pescadores amadores.

Equipamentos
Varas de ação leve e média; linhas de 10 a 20 lb.; anzóis de nº 1/0 a 4/0. O chumbo oliva é muito empregado na pesca de canal e nos manguezais. Não é necessário o uso de empates.

Iscas
Somente iscas naturais, especialmente camarão vivo ou morto, tatuí, pedaços de moluscos, caranguejo e minhoca, nos manguezais. Hoje em dia se consegue ferrar corvinas com iscas artificiais como metais jigs de 15 a 25 gramas e até 7 cm.

Dicas
Prefira a pesca embarcada ou de praia, sempre com o chumbo encostado no fundo. Na pesca de arremesso da praia, amarre bem a isca. As praias fundas, com águas escuras e um pouco frias são as ideais. A maior incidência de corvinas nas beiras de praia é no inverno.

Recorde
3.75 kg/ 8 lb 4 oz

 


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Prejereba Subir

PREJEREBA

Nome Popular
Prejereba/Tripletail

Nome Científico
Lobotes surinamensis

Família
Lobotidae

Distribuição Geográfica
Regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul (do Amapá ao Rio Grande do Sul).

Descrição
Peixe de escamas; corpo alto e comprimido; cabeça pequena, e nadadeiras dorsal e anal alongadas e arredondadas, quase atingindo o final da nadadeira caudal. Esta característica dá o nome em inglês tripletail, ou seja, cauda tripla. A coloração é marrom, com reflexos brancos ou cinza esverdeado. Alcança cerca de 80cm de comprimento total e 20kg.

Ecologia
Freqüenta as regiões de mar aberto com fundo rochoso, baías, bocas de rios e manguezais. Uma característica peculiar é o hábito de acompanhar objetos a deriva e flutuar ao seu redor. Peixe carnívoro, alimenta-se de pequenos peixes, crustáceos e da fauna acompanhante dos objetos a deriva. Pode ser encontrado sozinho ou aos pares. A carne é saborosa, mas raramente é encontrado nos mercados. É uma espécie importante para a pesca esportiva porque briga muito, chegando a saltar fora d’água.

Equipamentos
Varas de ação média/pesada; linhas de 10 a 25 lb; e anzóis de nº 1/0 a 6/0, já que o peixe tem a boca pequena.

Iscas
Iscas naturais, como sardinha, e artificiais, como plugs de superfície, meia água e jigs trabalhados na superfície.

Dicas
Gosta de ficar debaixo da faixa de detritos flutuantes, exigindo aproximação silenciosa do pescador. Deve-se ter muito cuidado para a linha não arrebentar quando esbarra nas cracas ou vegetação flutuante. Cuidado com os espinhos da nadadeira dorsal e do opérculo, bastante afiados. É pescada de preferência no verão, durante o dia e a noite.


Recorde
19.2 kg/ 42 lb 5 oz

 



 

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Robalo Subir

ROBALO

Nome Popular
Robalo/Snook

Nome Científico
Centropomus spp.

Família
Centropomidae

Distribuição Geográfica
Regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul (do Amapá ao Rio Grande do Sul).

Descrição
Peixes de escamas. Das seis espécies de robalo encontradas no oceano Atlântico, quatro são capturadas no litoral do Brasil, destacando-se principalmente o robalo-flecha Centropomus undecimalis e o robalo-peva Centropomus paralellus. Ambas possuem o corpo alongado e comprimido e a mandíbula inferior saliente. O robalo-flecha é a maior espécie da família, alcançando 1,2m de comprimento total e 25kg. A coloração do dorso é acinzentada com reflexos esverdeados e o ventre é esbranquiçado. A linha lateral é uma listra longitudinal negra que se estende ao longo do corpo até o final da nadadeira caudal. O robalo-peva é menor, alcançando 50cm de comprimento e 5kg. Apresenta o dorso cinza esverdeado e os flancos prateados.

Ecologia
Espécies costeiras, ocorrem em manguezais, estuários e baías. São encontradas em águas salobras, podendo ser capturadas desde a barra dos rios até vários quilômetros acima da foz, principalmente na época de desova. Gostam de águas calmas, barrentas e sombreadas, e ficam próximos ao fundo. Alimentam-se de pequenos peixes e crustáceos, especialmente camarões e caranguejos. São muito apreciados como alimento, especialmente na região Sudeste, e, também pelos pescadores esportivos, porque proporcionam uma luta espetacular, principalmente os grandes exemplares.

Equipamentos
Equipamento médio/pesado; linhas de 14 a 25 lb., atadas a um arranque de linha mais grossa, com, no mínimo, dois metros, pois, depois de fisgado, o robalo procura proteção entre os galhos e locas.

Iscas
As melhores iscas são de camarão e peixinhos vivos, que podem ser arremessadas nas margens ou serem usadas na rodada, próximas ao fundo. As iscas artificiais como plugs, tanto de superfície quanto de meia água, jigs e shads também são bastante produtivas e devem ser trabalhadas junto aos troncos e galhadas nas margens.

Dicas
Sempre que sair para uma pescaria de robalo, consulte a tábua de marés (prefira a maré de quarto) e consiga informações sobre o local de pesca, presença de locas e galhadas. Os arremessos devem ser sempre na direção de galhos, raízes e pedras.

Recorde
24.32 kg/ 53 lb 10 oz para o robalo flecha Centropomus undecimalis
4.96 kg/ 10 lb 14 oz para o robalo peva Centropomus paralellus

 



 

Conheça Caraguá

Tainha Subir

TAINHA

Nome Popular
Tainha/Mullet

Nome Científico
Mugil brasiliensis / Mugil liza

Família
Mugilidae

Distribuição Geográfica
Regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul (do Amapá ao Paraná).

Descrição
Peixe de escamas. Mugil brasiliensis é a maior tainha que ocorre no Brasil. O corpo é alongado e fusiforme; a cabeça um pouco deprimida; a boca pequena. As escamas são grandes e apresentam pequenas máculas escuras que formam listas longitudinais ao longo do corpo. Não possui linha lateral. A coloração é prata azulada nos flancos, sendo o dorso mais escuro. Os indivíduos maiores alcançam mais de 1m de comprimento total e cerca de 9kg. A Mugil liza é bem menor.

Ecologia
Espécie pelágica; vive nas proximidades dos costões rochosos e recifes, nas praias de areia e nos manguezais onde se alimenta de grandes quantidades de algas, e entra até mesmo em lagoas hiper salinas.. É uma espécie que forma grandes cardumes principalmente durante a migração reprodutiva, quando entra nos estuários. Alimenta-se de plâncton, pequenos organismos e material vegetal. Desova na água doce. É comercializada fresca ou salgada.

Equipamentos
Equipamento de ação leve a média para os grandes peixes; vara simples ou com molinete/carretilha; os anzóis devem ser afiados, nº 14 a 20; as linhas de 8 a 14 lb.

Iscas
Miolo de pão e algas filamentosas enroladas no anzol. Não é fácil captura-las em anzol.

Dicas
Ao fisgar, trabalhe com a fricção bem solta, ou use varas de ação lenta, pois uma puxada mais forte pode rasgar a boca do peixe.

Recorde
1.45 kg/ 3 lb 3 oz para Mugil liza



 

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Fonte: Ibama




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