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Dieta Brasil
Litoral de SP enfrenta temporada de verão com menos salva-vidas temporários

praia de maresias sao sebastiao São Sebastião um dos principais destinos turísticos do litoral paulista, enfrenta uma redução no número de salva-vidas temporários, contratados para reforçar a equipe dos bombeiros durante a temporada de verão.

Das 50 vagas para temporários abertas na cidade, apenas 17 foram preenchidas. É o terceiro menor número de salva-vidas temporários de todo o litoral paulista, atrás apenas de Iguape (15) e São Vicente (16). Na temporada passada, São Sebastião começou com 37 e terminou com 25.

O comandante do Salva-Mar no litoral norte paulista, capitão Carlos Eduardo Smicelato, diz que, apesar do número reduzido de temporários, a segurança dos banhistas está sendo feita de maneira adequada.

Segundo ele, não houve registro de morte por afogamento nesta temporada na cidade. Em todo o ano de 2008, foram pelo menos sete mortes, contra três de 2007.

Além dos 17 temporários, São Sebastião ainda conta com 26 salva-vidas fixos. Os dois grupos atuam na segurança de apenas 3 das 33 praias da cidade (Guaecá, Camburi e Maresias).

Em outras nove praias (Barra do Una, Barra do Sahy, Baleia, Juqueí, Jureia, Camburizinho, Toque Toque Pequeno, Santiago e Engenho) também há salva-vidas (16 no total), mas eles foram contratados pelas associações dos bairros ou condomínios. Eles não são contabilizados entre os temporários.

O resultado é que algumas praias estão menos guarnecidas. Juqueí, por exemplo, contou com sete salva-vidas (sendo cinco temporários) no verão passado, de acordo com a vice-presidente da Samju (associação de veranistas e moradores de Juqueí), Marianita Bueno. Agora, são apenas dois, ambos pagos pela entidade.

Nas outras 21 praias, não há nenhum salva-vidas, porque o movimento de turistas é considerado menor, assim como o risco de afogamentos.

Para se tornar um salva-vidas temporário, o interessado participa de um curso feito pelos bombeiros e é submetido a testes físicos. A Prefeitura de São Sebastião paga o salário de uma parte dos profissionais. A Petrobras é responsável pela outra parte. O salário fica entre R$ 600 e R$ 700.

Smicelato diz que entre os motivos da baixa procura pelas vagas neste ano podem estar na rigorosidade do curso e no aumento da oferta de empregos em setores como o hoteleiro e o de alimentação da cidade, onde os salários são melhores.

Para compensar a falta dos temporários, segundo ele, foram enviados mais equipamentos para São Sebastião, além de um reforço de cerca de 20 bombeiros, vindos da capital e do interior do Estado. Esses homens, no entanto, atuam principalmente no patrulhamento pelo mar, com embarcações.

Além disso, o pessoal do setor administrativo da região está sendo deslocado para a cidade aos finais de semana, diz.

"É claro que eu preferia trabalhar com mais guarda-vidas. Mas eu posso garantir que a segurança atual é adequada. Não é a melhor segurança do mundo, mas é adequada. Ubatuba e Caraguatatuba [cidades vizinhas] não estão mais seguras do que São Sebastião porque têm número diferente de salva-vidas", diz Smicelato.

Tags:  Litoral Norte

 
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